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Mostrando postagens com marcador Argentina - Buenos Aires (2006). Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, setembro 04, 2006

Olá. Antes de ontem, fomos a Santa Fé, uma das avenidas principais de Buenos Aires, fazer mais algumas compras. Passamos na livraria El Ateneo, aquela de sexta-feira, e comemos uma Torta Deseo de Chocolate. Magnifica! Musse de chocolate, com recheio de doce de leite e cobertura de chocolate. Maravilhosa!Depois fomos ao Mercado de Abasto, o mesmo de segunda-feira. Quando terminamos, passamos no Hotel e depois fomos para o Parque de La Cuesta. Para chegar lá, pegamos o metro para o Retiro. No Retiro pegamos um trem para Mitre. Em frente a estacao de trem em Mitre há a estacao do Trem de La Cuesta, o trem próprio do Parque. Chegamos no parque depois de uma hora que saimos do Hotel. Ficamos no parque por apenas 1:30h porque chegamos lá as 4 horas da tarde e como a viagem de ida foi demorada a de volta também seria e nós iamos ao Teatro Colón assistir a Filarmônica de Buenos Aires. No entanto, em nossa estada no parque, minha mae foi comigo numa montanha-russa chamada "El Desafio". Muito boa. Tive que ir mais duas vezes. Depois fomos na roda-gigante. Por estar muito frio, devia estar fazendo uns 5 graus, porque nós falavamos e o ar estava condensando, o parque estava bem vazio. Depois, fui em outra montanha-russa, demos uma volta pelo parque e fomos embora. O Parque não é grande coisa, pagamos 30 pesos para entrar e só valeu a pena pelas montanhas-russas. A viagem de volta foi de 1:30h, chegamos ao hotel depois das 7 horas da noite. Nos arrumamos e fomos ao teatro. Pelo fato de termos comprado os ingressos mais baratos, ficamos no sexto e último nível do teatro, mas isso não afetou a vista da apresentação. Foram seis andares de escada. Além disso, nao entramos pela entrada principal do teatro, entramos pela lateral. O ruim foi que nos fomos bem arrumadas. A apresentação foi excelente mas um pouco cansativa, com duas horas de duração. A orquestra tocou pecas de Tchaikovsky e Strauss. Depois para fechar com chave de ouro, fomos jantar na La Recova de Posadas, pois na sexta-feira estava chovendo, fazendo muito frio e então preferimos ficar no hotel. Lá é um viadulto que fecharam embaixo e contruiram restaurantes muito bons. Jantamos massa no Sorrento. Mais uma vez, pense duas vezes antes de pedir dois pratos, pois a porção de um prato é razoável para duas pessoas. Nem eu e nem minha mãe conseguimos comer toda a porção. Mas o restaurante era bárbaro. Daí, voltamos para o Hotel.
Ontem, acordamos, arrumamos as malas, tomamos café e fomos tentar comprar alfajores para trazer para o Brasil. No entanto, o café Havana (tradicional em Buenos Aires) estava fechado. Voltamos para o hotel e fizemos o check-out ás 10:00 da manhã, horário que fechava a diária. Embora o vôo fosse as 2 horas da tarde, fomos para o aeroporto. Nao tinhamos a quantidade suficiente de pesos para pagar ao taxicista então tive que fazer a troca de reais por pesos lá. Estava lotado, fiquei pelo menos uns 20 minutos na fila esperando para trocar 20 reais. Fizemos o check-in na Tam e fomos para a imigração. Lá ficamos numa fila do stand para autorização de devolucao das taxas (das lojas que tinham o adesivo tax free) e depois passamos pela fila de verificacao de bagagem de mão. Quando passaram a bolsa da minha mãe, viram pelo raio X que estava cheia de cremes e remédios e é proibido que haja esse tipo de coisa nas bagagens de mão. No check-in, a moça havia até perguntado mas minha mãe não se lembrou. Pediram para ela abrir a bolsa e tirar todos os medicamentos que tinha dentro. Pediram a receita e minha mãe não tinha, então começaaram a jogar fora os remédios e os cremes. Pedimos para que eles não fizessem isso e eles disseram que a única alternativa era fazer o check-in de novo. Saimos correndo, compramos uma bolsa pequena, colocamos todos os cremes, remédios, uma maça (que minha mae trouxe para mostrar para o meu pai e para o meu irmao) e incluimos a mala no nosso check-in. Passamos pela imigracao de novo. Quando entramos no freeshop de Buenos Aires, ficamos impressionadas: é o paraiso. Deixa o de São Paulo no chinelo. Muito bom. Só que antes de comprar alguma coisa, fui a um stand do Tax Free para creditarem as taxas no meu cartão de crédito. Devolveram-me quase 50 reais em taxas. Depois fizemos algumas compras no freeshop e saimos de Buenos Aires as 3 horas da tarde. Chegamos em Brasília as 8 horas da noite, pois o vôo fez apenas uma escala de 10 minutos em Porto Alegre. Passamos no freeshop de Brasília, muito pior do que o de São Paulo, apesar de que compramos 12 garrafas de Red Label por 149 dolares, 12,42 dolares cada garrafa, por volta de 28 reais cada garrafa. Foi realmente muito barato. Minha mae também comprou duas garrafas de Amarula por 29 dolares, uns 32 reais cada uma. Bom, é isso. Espero que com a minha experiência vocês tenham obtido alguma dica valiosa para sua viagem a Buenos Aires.

sexta-feira, setembro 01, 2006

Olá. Hoje saimos do hotel por volta de 9:30 e fomos visitar a livraria El Ateneu na Avenida Santa Fé. Estamos localizadas na Av. Corrientes e a Santa Fé fica dez a quinze quadra abaixo. Fomos caminhando. A livraria El Ateneu era um teatro que foi tranformado em livraria. Lindíssimo. Com direito a afrescos na cúpula e detalhes em ouro na sacadas dos níveis. Depois fomos caminhando pela Santa Fé até a Avenida 9 de julho para chegarmos ao Teatro Cólon. Outro que é maravilhoso. Nunca tinha visto nada igual. O Teatro estava programado para ser finalizado em 2 anos e meio, mas demorou 18 anos para ser terminado. Isso aconteceu porque foram necessários 4 arquitetos para contruí-lo, pois eles foram morrendo sucessivamente a medida que o teatro era contruido e só o último conseguiu terminá-lo. As pilastras e os corrimões sao feitos de diferentes tipos de mármores. O piso é como o da Catedral Metropolitana: em mosaicos. A escadaria é feita em mármore branco carrara. Amanhã vamos assistir a Filarmônica de Buenos Aires lá. A acustica dele esta entre as 5 melhores do mundo. Sua beleza também não fica atrás. Fizemos uma visita guiada (12 pesos) e vimos o salão dos bustos ( com bustos de Mozart, Beethoven, Belini, Wagner, entre outros ). Do lado oposto a este salao ha o Salão Dourado, que segundo minha mãe e a própria guia, se parece muito, se nao for uma réplica, do salão dos espelhos do Palácio de Versalhes. Durante a visita fomos ao subterrâneo do Teatro e pudemos ver onde sao feitos os cenários e onde os bailarinos e os músicos ensaiam. Depois fomos a Galeria Pacífico e andamos pela rua Florida. Fiquei até um pouco decepcionada, pois haviam me dito que haveriam muitas coisas baratas lá, mas infelizmente não as encontrei. Há coisas baratas no Mercado de Abasto, principalmente porque esta em liquidação. Uma jaqueta de couro aqui custa 380 pesos, uns 270 reais, se a loja tiver tax free, a jaqueta fica por 250 reais. Não vale a pena. No Brasil, uma jaqueta de couro custa entre 150 e 200 reais. Bom, depois dessa decepção, voltamos pela rua Santa Fé andando pois minha mãe viu algumas lojas que a interessou. A única coisa que comprei lá foi um óculos de sol. Voltamos para o Hotel. Provavelmente vamos mais tarde a La Recova. Amanhã, como já conhecemos a cidade toda, estou pensando em ir a Tigre ( uma cidade perto de Buenos Aires ) e ao Parque de La Cuesta ( em Tigre ). Quero ver a reação da minha mãe quando ela entrar em uma montanha-russa. Vai ser ótimo. Até mais.

quinta-feira, agosto 31, 2006

Buenos Aires é lindo. Cada esquina tem um monumento com obras de arte. Há vários museus e com certeza os argentinos não passam fome pois há muitos cafés, pelo menos uns três por quadra. Outra coisa interessante é que eles adoram cachorro. Há huskis siberianos, boxes, labradores, pastores alemães... por todos os lados. As pessoas não se contentam em criam apenas um: são quatro ou cinco de uma vez. Vi até uma cena interessante hoje: um pai com os dois filhos, um dentro do carrinho e outro acompanhando. O legal era o cachorrinho dentro do suporte embaixo do carrinho. Era um Yorkshire, pequenininho que parecida um bichinho de pelúcia. Ele ficava quietinho lá dentro e só percebi que era um cachorro de verdade porque ele moveu a cabeca e depois se levantou. Muito bonitinho. Apesar dessa paixão por cachorros, há gatos por todas as partes. Principalmente na Recoleta.
Ontem fomos ao Cassino como já havia comentado que iriamos. A história do Cassino é interessante: havia restrições quanto a Cassinos em terras argentinas, entao seus donos contruiram os Cassinos em dois barcos que ficam atracados em Puerto Madero. Há um barco que possue 4 andares de jogos de azar, aqueles em que se puxa uma manivela e torce para sair três figuras iguais. O segundo barco possui um restaurante, não muito caro, e quatro andares de jogos de azar, roletas e jogos com baralhos. Inclusive há um salão mais restrito no último andar chamado de salão dourado. Bom, minha mãe jogou 10 pesos e perdeu tudo nos jogos de azar. Eu nem me aventurei. Sei que há um risco pequeno de que eu ganhe e que há um muito grande de perder, entao preferi não arriscar. Quando saimos do Cassino, comemos algo aqui na esquina do Hotel e depois fomos dormir.
Hoje, fomos ao Banco do Brasil e depois ao Teatro Cólon, pretendiamos fazer a visita guiada, só que haviam vagas apenas as três horas da tarde. Entao compramos entradas para assistir a Filarmônica de Buenos Aires no sábado e deixamos marcado a visita guiada para amanhã às 11:00. Depois pegamos o metro e fomos a praçaa itália. Visitamos o Jardim Botânico, o Zoológico de Buenos Aires, o Rosedal, o Jardim Japonês, o MALBA ( Museu Latino Americano de Belas Artes ) e o Museu Artes Decorativo. No Jardim Botânico, minha mãe nao animou de andar porque não há calcadas e sim, chão batido com cascalho. Acabei visitando o parque sozinha ( vê se pode, avisei que iamos visitar os parques de Palermo hoje e ela me sai de meia fina, salto alto, calça social, blusa de veludo e cachecol. Pronta para ir trabalhar!). Depois fomos ao zoológico. Vimos leões brancos, tigres africanos e asiáticos, panteras, ursos polares e americanos ( igualzinho ao Zé Colméia ), macacos, flamingos, dromedálios, camelos, rinocerontes, hipopótamos, bisontes, girafas, zebras, leões marinhos e vários tipos de: lhamas, veados, cobras, lagartos, jacarés, tartarugas, crocodilos e peixes. Só não vimos baleias orcas porque não animamos assitir o show. O interessante é que os bichos mansos, principalmente os filhotes, ficam soltos pelo Zoológico. Pode-se comprar comida para alimentar os bichos em barraquinhas espalhas pelo parque. Há edificacoes dentro do zoológico que imitam o templo de Apolo, na Grécia, templos chineses e indianos, o arco no triunfo na França, além das várias esculturas espalhadas pelo parque. O valor do ingresso é 19,50 mas como estava em promoção pagamos 12,50 pesos, com direito a entrada e todas as atrações. Visitamos o Rosedal no parque 3 de fevereiro: é lindo. É um jardim com várias espécies de rosas, fontes e um lago. Nao é muito grande. Pode-se alugar barquinhos e pedalinhos para passear pelo lago. Há bustos de escritores famosos como Dante Aliguieri e Shakespeare. Depois, atravessamos a rua e fomos ao Jardim Japonês. Ele transmite uma calma incrível com um lago, pontes e pérgolas. O interessante é que os peixes já estao tão treinados com as visitas que dão comida que quando alguém chega perto da água, muitos se aproximam e colocam a boca para fora esperando comida. Dá para ver de longe o acumulo de peixes em um só local. É um jardim pequeno e lá também há um restaurante com comidas variadas mas principalmente japonesas. Também funciona uma confeitaria. Pagamos 3 pesos para entrar no jardim. Depois fomos ao MALBA e vimos pinturas de Tarcila do Amaral, Di Cavalcanti, Frida Kahlo e Diego Riviera. O quadro "Abaporu", de Tarcila do Amaral, fica em destaque sendo o primeiro quadro da exposicao. No entanto o de Frida Kahlo é o único protegido por um vidro. Aconteceu uma coisas engracada antes de ir para o Museu de Arte Decorativo: encontramos um casal de americanos que também estavam a procura do mesmo museu. Nos pergutaram onde ficava e como eu não sabia ainda respondi em espanhol que não o havia encontrado. O moço não entendeu direito e aí me mãe disse que ele havia perguntado em inglês e para eu responder em inglês. Como estou passando esse tempo todo falando espanhol, foi meio difícil falar em inglês no primeiro momento, tive que respirar fundo e esperar as palavras em inglês chegarem na minha cabeca. Mas foi legal que eu acabei conseguindo me comunicar com ele direitinho. Mas deu um branco na hora que ele me perguntou!!!! Bom, o museu fica em um casarão que os portões imitam os do Palácio de Buckingham e há uma sala que segundo minha mãe, é muito parecida com a sala das luzes do Palácio de Versalhes. Há peças de decoracao muito bonitas, como quadros, vasos, vários tipos de mobilia e pratarias, em que o desenho dos pratos combinam com o forro de mesa e com o arranjo em cima da mesa. Minha mãe queria ir jantar em um restaurante que me indicaram: El Mirasol. Ele fica no Puerto Madero e fomos de metro para lá. Tinhamos pedido para o garçon só um prato: bife de chorisso. No entanto, ele disse que só um prato não dava para duas pessoas, então pedimos outro prato, também com carne, tudo "ao ponto". Resultado: veio muita carne sangrando que tranquilamente umas quatro pessoas comeriam bem. Só o bife de chorisso tinha 400g. Sendo assim, aceitem o conselho que a Paty do Evaristo me deu: quando forem pedir carne aqui pensem duas vezes antes de pedir dois pratos e se não gostarem da carne sangrando, peçam bem passado. Quando terminamos voltamos para o Hotel. Amanhã, vamos ao Retiro e talvez a San Telmo. Por hoje, é só.
1- Panda Vermelho
2- Pavão Macho
3- Rosendal
4- Jardim Japonês
5- Museu de Arte Decorativo
6- MALBA

quarta-feira, agosto 30, 2006

Bom, aqui estou eu de novo. Buenos Aires investe muito em turismo, há mapas da cidade por todos os cantos, principalmente perto do metro. Também nao é dificil pegar onibus e foi isso que fizemos hoje, para ir a La Boca. Caminhamos até a praca do Congresso e pegamos o "autobus". Achei interessante que nao há um cobrador, há uma máquina que na hora que você entra o motorista pergunta quantas pessoas são e informa a maquina que imediatamente solicita o valor correspondente a quantidade de passagens. Ela inclusive devolve o troco, no entanto é necessário ter moedas (passagem: 0,8 pesos) pois ela não aceita notas. Quando chegamos a La Boca tivemos uma impressao muito ruim, pois é um bairro pobre de Buenos Aires. Deu um pouco de medo de andar nas ruas. Descemos do onibus em frente a Casa Amarilha. Daí visitamos o estadio do Boca Junior, o La Bombonera, o museu do estádio (12 pesos) e inclusive tirei uma foto do campo. Minha mãe não se interessou em entrar no museu, aí tive que ir sozinha. Depois caminhamos até o El Caminito e vimos uma apresentação de Tango que inclusive filmei. Também visitamos o museu de cera que fica ao lado do El Caminito, muito fraquinho. Paguei 6,50 pesos. Passeamos pelas lojas e tudo era muito, mas muito caro mesmo. Casacos de couro que no Brasil custam entre 180 e 200 reais, por 380 a 400 pesos. Absurdo. Saimos de La Boca por volta de 13:30h e fomos para a Recoleta. Acabamos nos perdendo porque minha mãe sumiu com o mapa. Tivemos que passar numa agência de turismo para conseguir outro. Quando chegamos a Recoleta, fomos almocar num centro gastronomico muito bonito, com tapete vermelho e corrimãos dourados ao lado do Cemitério da Recoleta. Depois, fomos visitar o cemitério. Reza a lenda que toda a aristocracia de Buenos Aires antigamente era enterrada lá e as famílias ricas "disputavam" quem tinha o túmulo mais bonito. Resultado: verdadeiras obras de arte. Visitamos o túmulo da Evita Peron que apesar de sua morte ter sido a mais de 50 anos, ainda há homenagens a ela lá. Achamos estranho que as pessoas não são enterradas. Pelas janelas dos Mausoleis é possível ver os caixões nas prateleiras. Há familias inteiras lá. É muito bem conservado, muito tranquilo e há muitos visitantes. Na entrada há pessoas que se oferecem para te guiar, mas recusamos. Ao lado do Cemitério, há a Basílica de Nossa Senhora dos Pilares. É bonita, mas nao chega aos pés da Catedral Metropolitana. Depois fomos ao Centro Cultural da Recoleta e vimos a esposição Festival de las Luzes. Uma exposição de fotos, havia inclusive itens de fotógrafos brasileiros. Depois fomos ao Hard Rock Cafe Buenos Aires, tirei uma foto em frente, mas achei um absurdo uma blusa custar 70 pesos. Depois atravessamos a rua, vimos a Faculdade de Direito (no mesmo estilo da Faculdade de Engenharia) e fomos ao Museu Nacional de Belas Artes. Havia quadros e esculturas de vários autores famosos como Goya, Picasso, Monet, entre outros. Como estavamos muito cansadas pois faziam umas 8 horas que estavamos na rua, pegamos um taxi para voltar para o Hotel. Pagamos 7,20 pesos, foi até barato para a distância. Antes de entrar no Hotel, tomamos um capuchino aqui perto e depois comprei tampões de ouvido pois aqui o lixo é recolhido as quatro da manha e na frente do prédio. Não deixa ninguem dormir depois desse horário. Bom, agora vamos nos arrumar para ir ao Cassino de Buenos Aires. Amanhã conto mais. Até.
1 - Entrada do Estádio do Boca Júnior
2- El Caminito
3- Entrada do Cemitério da Recoleta
4- Túmulo no Cemitério
5- Túmulo de Evita Peron
6- Hard Rock Café Buenos Aires