Estou apaixonada por Cancun! Se quiser ter tudo num só lugar: bajulação, festas incríveis, um lugar paradisíaco e coisas baratas, Cancun é o seu lugar!!!!
No dia 16/01/2008, o vôo Brasilia – São Paulo foi muito tranqüilo. Sai de Brasília ao 12:30h e encontrei com o
Tiago e o André, em São Paulo ás 14:00h em Guarulhos. Como eles estavam a mais tempo que eu em Guarulhos (e já tinham percebido que não tinha nada para fazer lá) fomos para o Shopping Internacional de Guarulhos. Foi bem simples, pegamos um ônibus entre o terminal 1 e 2, no térreo do Aeroporto. Chegamos no Shopping em 20 minutos. O Shopping Internacional de Guarulhos é muito bom, tem um Extra e várias lojas de marca e o melhor de tudo: tudo estava em liquidação. Comemos , passeamos no shopping e acabamos assistindo “Meu nome não é Johnny”. Muito bom o filme! Saímos da sessão às 20:00h. Daí começou uma confusão: várias informações diferentes de como se voltava para o aeroporto. Decidimos que o que encontrássemos primeiro, ônibus ou táxi, nós pegaríamos. Acabando achando um taxista que nos cobrou R$ 43 para nos levar do shopping ao aeroporto. Meio salgado, mas entre perder o vôo para a Cidade do México e pagar R$ 14 reais, eu paguei os R$ 14 feliz... Chegamos ao aeroporto, fizemos o check-in e já fomos para a sala de embarque. A sala de embarque com os seus free-shops e sua loja de alimentação estava lotada. Nessa hora, o interessante é ver como as pessoas famosas são tratadas: estávamos na fila da migração e de repente aparece o Silvio Santos. Aí foi aquele alvoroço! Pessoas tirando fotos, pedindo autógrafos... Mas logo, logo, arranjaram um jeito de passar ele na frente de todo mundo e enquanto eu fiquei uns 20 – 30 minutos para entrar na sala de embarque, ele não deve ter ficado 5 minutos. Mas paciência, isso é para quem pode. Lanchamos na única la
nchonete do embarque internacional e olhamos o Dufry Free, mas não achamos nada de interessante. Saímos de São Paulo por volta de 00:30h. Dormi por algum tempo, lanchei, dormi de novo, assisti “Transformers” e li um pouco das lei de trânsito do estado de Quintana Roo. O avião era muito bom, com 9 cadeiras por fileira, todas com televisões individuais e com quase 10 filmes, dois ou três seriados a nossa disposição. Só houve uma novidade: tudo que você assistia era reiniciado ao você trocar de canal, o que era uma desvantagem. Havia a vantagem de não perder o filme, pois podia adiantar ou atrasar dependendo de onde você tivesse parado de assistir. Chegamos na Cidade do México as 5:30h, horário local (9:30h, horário de Brasília). Ficamos numa fila gigantesca na m
igração e finalmente entramos no hall do aeroporto as 6:00h. A temperatura externa ao aeroporto era de uns 13 graus. Eu jurando que estaria pelo menos um clima agradável, mas estava muito frio. Só se via pessoas andando de sobretudo e cachecóis. O aeroporto da Cidade do México é gigantesco com mais de 60 portoes de embarque e um metrô para levar o passageiros entre os dois terminais. No entanto, é um aeroporto novo, muito bonito, mas praticamente sem lojas, inclusive sem free-shop na chegada de vôos internacionais. O nosso vôo para Cancun saia as 8:40h, sendo assim, fomos para a sala de embarque, pois tinha acesso
livre a internet. Embarcamos as 8:30h e quando estávamos dentro do avião, o vôo atrasou pelo menos uns 30 minutos. Chegamos em Cancun por volta de 11:30h e já fui direto no guichê da National para pegar o carro que reservei umas duas semanas antes de sair do Brasil. Pegamos
o carro, que no inicio era um Ford Focus, depois passou a ser um Monza 1.6 e que no final acabou sendo um Jetta (u-a-u-!), o carro é maravilhoso. Estava morrendo de medo de dirigir o tal carro porque alugamos um com cambio automático. Mas ficou muito barato: U$ 120,38 do aluguel + U$ 70 de seguros contra terceiros + U$ 18 de taxas, U$ 208,38 pela semana inteira. No meio do caminho, o Tiago teve a brilhante idéia de me pedir para trocar a marcha no carro. Eu não sei o que aconteceu, o carro parou na mesma hora, minha maior preocupação foi o “fusca” que estava vindo atrás de mim: acho que teria que vender os meus bens e os bens dos meus pais pagar o conserto daquele carro, acho que eu nem nunca tinha visto um carro como aquele na minha vida. Ainda bem que ele também conseguiu parar. Saí de lá tremendo que nem vara verde. Mas passou. Na primeira subida entre os hotéis tivemos o vislumbre do paraíso: um mar de coloração azul claríssimo ao azul turquesa. M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O-!!!!!!!
Eu fiquei de boca aberta. Se achava Floripa lindo, isso daqui é o céu. Hotéis perfeitos e um mar esplendoroso. Só achei engraçado que nós não podemos nos guiar pela iluminação do sol para determinar o horário do dia, pois quando pegamos o carro era 12:30h e a sensação que tínhamos era de 15:30h. Chegamos ao hotel, fizemos o check-in mas não pudemos ir para o quarto. Trocamos de roupa no saguão do hotel e fomos direto para a piscina. O mar perfeito ao fundo, um hotel gigantesco cheio de opções e tudo que você pode comer ou be
ber liberado. Quer coisa melhor do que isso? Ficamos na piscina até uma 15:30h e depois subimos para nos arrumarmos para dar uma volta na cidade. Fomos até o "point" dos agitos aqui, onde fica o Señor Frog e o Coco Bongo. Fomos numa feirinha de artesanato, onde não conseguimos dar um passo sem os vendedores quase implorarem para nos entrarmos nas lojas e depois fomos ao shopping do outro lado da rua onde tem o Hard Rock Café e a boate Coco Bongo. Voltamos para o hotel, comemos pizza e combinamos que dormiríamos até as 22:30h para depois sair. Acordamos 1:30h ainda mortos de cansados. Foi questão de virar para o lado e dormir de novo.
nchonete do embarque internacional e olhamos o Dufry Free, mas não achamos nada de interessante. Saímos de São Paulo por volta de 00:30h. Dormi por algum tempo, lanchei, dormi de novo, assisti “Transformers” e li um pouco das lei de trânsito do estado de Quintana Roo. O avião era muito bom, com 9 cadeiras por fileira, todas com televisões individuais e com quase 10 filmes, dois ou três seriados a nossa disposição. Só houve uma novidade: tudo que você assistia era reiniciado ao você trocar de canal, o que era uma desvantagem. Havia a vantagem de não perder o filme, pois podia adiantar ou atrasar dependendo de onde você tivesse parado de assistir. Chegamos na Cidade do México as 5:30h, horário local (9:30h, horário de Brasília). Ficamos numa fila gigantesca na m
igração e finalmente entramos no hall do aeroporto as 6:00h. A temperatura externa ao aeroporto era de uns 13 graus. Eu jurando que estaria pelo menos um clima agradável, mas estava muito frio. Só se via pessoas andando de sobretudo e cachecóis. O aeroporto da Cidade do México é gigantesco com mais de 60 portoes de embarque e um metrô para levar o passageiros entre os dois terminais. No entanto, é um aeroporto novo, muito bonito, mas praticamente sem lojas, inclusive sem free-shop na chegada de vôos internacionais. O nosso vôo para Cancun saia as 8:40h, sendo assim, fomos para a sala de embarque, pois tinha acesso
livre a internet. Embarcamos as 8:30h e quando estávamos dentro do avião, o vôo atrasou pelo menos uns 30 minutos. Chegamos em Cancun por volta de 11:30h e já fui direto no guichê da National para pegar o carro que reservei umas duas semanas antes de sair do Brasil. PegamosDia 18/01, acordamos com a idéia de ir a Downtown. O clima estava meio nublado e estávamos achando melhor sair até o tempo limpar. Lembramos que havia o City Tour da CVC e então decidimos fazer. Acabamos fazendo amizade com algumas brasileiras: mãe, filha e tia viajando juntas. A filha (Camila) acabou fazendo muita amizade com a gente. O City Tour
acabou por volta de 12:00 com o guia nos dizendo para tomarmos cuidado pois a policia daqui arranja motivos para parar e cobrar “propinas” para não multar ou levar o carro para o depósito, mas sentimos também que um pouco da intensão dele era nos colocar medo para comprar os pacotes que ele estava vendendo. Quanto a questão da polícia, realmente ouvi rumores a respeito deste comportamento, mas vamos ver o que vai acontecer. Estou ainda meio reticente quanto a isso. Almoçamos e fomos direto para a piscina. Ficamos lá até por volta de 15:30h. Daí fomos para Downtown. No Shopping de Las Américas, achamos muitas coisas baratas, inclusive tênis da Pulma por R$ 100. Que eu, lógico, acabei tendo que comprar. Está tudo em liquidação, o tênis estava com 50% de desconto. O André comprou um Pulma com 70% de desconto. Depois fomos para o Shopping Las Islas, onde pode-se fazer um passeio de condola e onde há o Planet Hollywood. Fiquei meio chateada porque meu óculos Vogue, que comprei quando estava voltando do Chile, quebrou um dos apoios quando fui tentar ajustar. Pensei até em comprar outro óculos pois aqui está mais barato do que eu comprei no Free Shop 
em São Paulo. Mas ainda estou amadurecendo essa idéia. Voltamos para o hotel as 20:00h, só que ninguém pegou a chave do quarto quando saímos e acabamos trancados do lado de fora do quarto. Conseguimos, depois de muito encher o saco do recepcionista, entrar no quarto as 21:00h. Os meninos foram comer e eu fui dormir. Quando eles voltaram, me acordaram e combinamos com a Camila para ela se arrumar e vir para o nosso quarto para podermos sair. Passamos em frente ao Senor Frog’s umas 00:15h e parecia meio vazio. Daí fomos para o Coco Bongo. Com certeza deixa qualquer boate que eu conheço ou que eu pensei em conhecer no chinelo. O preço de entrada é muito salgado, U$ 45 com bebida liberada até as 3:30h da manha. A boate é gigantesca, com apresentações de artistas o tempo todo, mas o que faz sucesso é dançar em cima do balcão. Vi várias pessoas dançando e achei muito legal, mas não sabia como fazia para subir. Não demorou muito, um dos garçons me perguntou se eu e a Camila queríamos subir no balcao. Lógico que subimos! Há também um palco suspenso com uns
5 metros de altura onde são feitos boa parte das apresentações. Como o balcão também serve de palco para as apresentações, tínhamos que descer quando de vez em quando. Sendo assim, quando estávamos dançando no chão, outro garçon nos perguntou se não queríamos dançar no palco suspenso junto com várias outras meninas que eles escolhiam dentro da multidao. Lá fomos nós para o palco. O legal é que existe um adiantamento do palco onde só dá para dançar duas pessoas. Eu e a Camila ficamos pelo menos uns 10 minutos dançando neste lugar. Só ficou mais tempo que a gente uma menina que dançava Hip Hop muito bem. Foi bom demais! De saídas, essa foi, até agora, a melhor balada que eu já fui. Vale todos os U$ 45 que eu paguei. É imperdível. Bom gente é isso, quando tiver um tempinho posto mais coisas sobre Cancun...
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